terça-feira, 26 de março de 2013

RS: Irresponsabilidade do Governo do Estado


Quem é gaúcho sabe de todas as dificuldades que esse povo já passou. Podemos destacar o imenso desequilíbrio fiscal que impedia que grandes investimentos fossem feitos nesse estado. Quando foi eleita Yeda Crusius em 2006, cuja bandeira eram as políticas econômicas, o Rio Grande do Sul passou por uma séria e dedicada transformação nos seus fundamentos econômicos. Cortando gastos desnecessários, reajustando os tetos salariais e colocando ordem nos órgãos de responsabilidade do governo gaúcho, a ex-governadora Yeda conseguiu recuperar inacreditavelmente o caixa do Estado. O que antes eram dívidas, pagamentos atrasados, viraram créditos e pagamentos em dia. 



A falta de compreensão da população gaúcha, ansiosa por grande investimentos, fez com que todos virassem as costas para o governo Yeda, passando a rechaçá-lo. Todos aqueles que foram covardes e não conseguiram fazer o que ele estava fazendo, passaram a protestar listando casos de corrupção e outras ações de crime que não tinham nada a ver com a governadora. O grande problema disso tudo, é que grandes investimentos demandam dinheiro em caixa, coisa que o estado não possuía. A partir dessa recuperação o que se viu foi uma enxurrada de grandes investimentos no estado, aqueles que a população esperava. Mas o estrago já havia sido feito. Tarso Genro, candidato do PT, ganhou as eleições em 2010, prometendo melhorar o Rio Grande.


Pura ilusão. Para se ter uma ideia, quando Yeda saiu do governo deixou em caixa 3,6 bilhões em depósitos judiciais, que o governador poderia tomar emprestado e pagar a longo prazo com juros de poupança. E o que ele fez? Anunciou investimentos? Que nada, tirou sarro da cara dos gaúchos e enviou projetos à Assembleia para aumentar o salário de coordenadores e agentes do governo. Esqueceu que havia prometido o mesmo para os professores e os policiais militares e para setores que demandam esses aumentos. Além disso, anistiou dívidas de pequenos agricultores, onde o mais correto seria refinanciá-las, causando desconforto sério nos cofres do estado. 

O governador mostra irresponsabilidade. Na hora do pagamento, quem quita a dívida é o povo gaúcho, que vai a cada dia sucumbindo diante das extravagâncias do governador.

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